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Oportunidades de Emprego: a experiência e as competências pessoais

É comum que a integração no mercado de trabalho seja acompanhada por dúvidas, ansiedade e expectativas.  A tarefa torna-se mais difícil quando estamos a iniciar o nosso percurso profissional e falta aquilo que, muitas vezes, é o principal requisito: a experiência profissional.

É aqui que entram as competências pessoais – as chamadas soft skills, cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho. Trata-se de ferramentas imprescindíveis em diferentes fases do nosso percurso profissional.

Neste contexto, o que podemos apresentar como mais-valia no currículo são as competências técnicas e pessoais, nomeadamente a capacidade de adaptação, proatividade, empatia, pensamento crítico, autonomia, entre outros. São os conhecimentos, as aptidões e o comportamento que marcam a diferença perante um recrutador quando ainda não há experiência profissional adquirida.

As competências pessoais podem ser adquiridas através de estágios, participação em movimentos associativos, voluntariado, na prática de desporto e outras atividades. Estas experiências extracurriculares  ajudam a compreender como funcionam as organizações, contribuindo para o aumento de relacionamentos interpessoais e permitindo um contacto direto com diferentes realidades.

Ao sermos capazes de reunir as aprendizagens resultantes de diferentes contextos (escolar, desportivo, cultural, entre outros), tornamo-nos profissionais mais completos e capazes de ajustar-nos a diferentes interlocutores e processos de trabalho.

Num mercado cada vez mais volátil, mais do que saber cumprir a função, é importante a adaptação a diferentes contextos. Neste sentido, importa trabalhar as nossas competências técnicas  e pessoais e. A capacidade de colaboração entre equipas, resolução de problemas e agilidade de aprendizagem são bons exemplos de competências valorizadas pelo mercado de trabalho.

As competências pessoais são também um instrumento importante no nosso crescimento profissional e na nossa reconversão profissional. Muitas vezes, ouvimos que já não há trabalhos para a vida. A verdade é que mesmo que o nosso local de trabalho seja  o mesmo durante um longo período de tempo, o mais importante é continuarmos a evoluir profissionalmente, sentirmo-nos realizados e não termos receio da mudança.

Desta forma, aposte continuamente no seu desenvolvimento para que esteja informado sobre novos processos, abordagens e formas de trabalhar mais eficientes, assim como no desenvolvimento das suas competências pessoais.

Sermos capazes de colocar tudo o que somos (e crescermos) naquilo que fazemos imprime-nos uma identidade única enquanto profissionais, destaca-nos perante os demais e permite-nos cultivar o sentido de propósito.

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2022-06-08T11:14:08+00:00